Dia de fazer suas unhas


Era sábado pela manhã, dia de fazer as unhas da minha dona. Sentei no chão, embaixo de sua mesa, em silêncio, enquanto ela conversava pela webcam com um “amigo”.
Não sei quem era, mas pareciam íntimos. O clima era quente, as palavras eram sujas, sem nenhum medo de ser franca sobre seus desejos por aquele homem bem ali na minha frente ela se entregava. 
Suas pernas abertas se tornavam um espetáculo hipnotizante. Cada movimento, cada toque mais firme… ela parecia buscar o limite entre dor e prazer. Eu não conseguia desviar o olhar. Que tesão… que mulher. Eu já não pensava, só sentia.
O tempo se arrastava enquanto ela se entregava, me ignorando completamente, como se eu nem existisse. Aquilo só me prendia mais e me consumia por dentro.
Depois de horas, tudo cessou. Ela encerrou a chamada, pisou nas minhas bolas, me olhou e sorriu!
Meu corpo inteiro tremeu. Sem me tocar, sem conseguir reagir… eu gozei e chorei de tesão. 

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